sábado, 20 de setembro de 2014

Câmera instalada em cabine de piloto revela como é pousar em Congonhas

Se você já decolou ou pousou no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, provavelmente já se perguntou como é possível que um aeroporto ativo daquele tamanho fique em uma região tão urbana. O fato é que as pistas de pouso e decolagem ficam em meio a prédios, casas, ruas e avenidas, como se o aeroporto fosse um simples terminal de ônibus ou qualquer coisa parecida. As imagens que você vai ver a seguir foram gravadas com uma câmera acoplada à cabine de um piloto que pousava no famoso aeroporto. Elas mostram o momento do pouso, quando a aeronave sobrevoa todos os prédios ao redor da pista e, entre muitas nuvens, consegue aterrissar.


Fonte: Facebook de Marsel Maia via Ewerton Medeiros (tecmundo.com.br)

Planador bate em avião parado na pista durante pouso forçado em GO

Cabo que ligava planador a aeronave que o puxava apresentou problemas.

Ele também se chocou com um poste; ocupantes tiveram ferimentos leves.

Após colidir com avião, planador se chocou contra poste e para-raio

Um planador colidiu em um avião durante um pouso nesta sexta-feira (19) no pátio do Aeroporto Municipal de Formosa, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal. O planador, que não tem motor, ainda atingiu um poste e uma torre de para-raio antes de parar na pista.

De acordo com relatos de testemunhas aos bombeiros, logo após a decolagem, o cabo que ligava o planador a aeronave que o puxava apresentou problemas. Ao voltarem para o aeroporto, o cabo atingiu a asa do avião que estava parado antes mesmo de conseguir pousar.

Bombeiros isolaram local devido à vazamento de combustível

Após o pouso forçado, os dois ocupantes do planador tiveram apenas ferimentos leves. Eles foram encaminhados ao Hospital Municipal de Formosa e liberados após receberem atendimento. Por alguns minutos, os bombeiros também isolaram a área do acidente para controlar um vazamento de gasolina provocado pelo choque do cabo com a asa da aeronave que estava parada.

Fonte: G1 GO - Fotos: Divulgação/Corpo de Bombeiros

Drone israelense cai no Líbano

Soldados israelenses recuperam destroços de drone que caiu na fronteira com o Líbano

Um drone israelense caiu neste sábado no Líbano, perto da linha de marcação com Israel, informaram fontes militares libanesas e israelenses.

"O drone caiu na fronteira libanesa, dentro do território libanês. As tropas libanesas estão na região", afirmou uma fonte militar libanesa à AFP.

O exército libanês transportou o drone para um quartel de Marjayun, uma cidade do sul do Líbano.

O exército israelense confirmou que um "avião sem piloto que realizava uma operação de vigilância de rotina na fronteira libanesa caiu no território libanês por um incidente técnico".

"Uma investigação foi aberta para determinar a origem do incidente", disse à AFP uma porta-voz do exército israelense, mas sem revelar detalhes.

Em fevereiro, um drone israelense caiu na "linha azul", como é conhecida a linha de demarcação, mas os soldados israelenses conseguiram recuperar os destroços do aparelho.

A aviação israelense viola regularmente o espaço aéreo libanês, o que provoca denúncias de Beirute às Nações Unidas.

A "linha azul" foi traçada em 7 de junho de 2000 pela ONU, depois que o exército israelense se retirou do sul do Líbano em 25 de maio de 2000, após 22 anos de ocupação.

Fonte: AFP via Diário de Pernambuco - Foto: The Daily Star/Mohammed Zaatari

Ainda não há razões que expliquem a queda do avião da Air Argélie em Mali

O avião caiu a 24 de julho no Mali e matou 116 pessoas. Depois do primeiro relatório preliminar do inquérito ao acidente continua a não haver qualquer pista sobre as suas causas.


Os investigadores que estão a analisar a queda do avião da Air Algérie, que se despenhou no Mali em julho, matando 116 pessoas, ainda não encontraram pistas óbvias que expliquem o acidente, mantendo todas as possibilidades em aberto.

"Não existe nenhuma pista privilegiada até ao momento", disse Bernard Boudeille, do gabinete de inquéritos e análises (Bureau d'Enquêtes et d'analyses français - BEA) da agência de segurança aérea francesa.

O responsável apresentou, neste sábado, um relatório preliminar do inquérito na capital do Mali, Bamako, e sublinhou que, até ao momento, nada permite afastar ou confirmar ou um possível ato terrorista. "Não favorecemos nenhuma linha de investigação", afirmou. Uma das primeiras hipóteses levantadas quando o avião caiu foi a de que teria sido apanhado numa tempestade e teria caído subitamente no deserto, segundo o jornal francês Le Figaro.


No mesmo dia em que o avião se despenhou, causando a morte a 116 pessoas, 54 das quais franceses, o Ministério Público francês abriu um inquérito por "homicídio involuntário". A iniciativa constitui um procedimento habitual em situações em que haja vítimas francesas, mesmo que tenham ocorrido no estrangeiro.

No início do mês de agosto o gabinete responsável pelo inquérito alertou para o facto de uma das caixas negras do aparelho - a que registava as conversas entre os pilotos - estar "inexplorável", de acordo com o jornal Le Monde.

Na apresentação do relatório, Bernard Boudaille e o responsável pela comissão que investiga os acidentes da aviação civil no Mali, N'Faly Cisse, disseram que a tripulação era experiente, não seguia afetada pelo cansaço e estava preparada para lidar com tempestades.

O avião tinha descolado de Ouagadougou, no Burkina Faso e seguia em direção à capital argelina, Argel. Caiu no deserto do Mali, depois dos pilotos terem pedido para regressar devido ao mau tempo.  
Fonte: Raquel Albuquerque (expresso.sapo.pt) - Imagens: Reprodução

Jornalista norte-americano diz que CIA provocou morte de Eduardo Campos


O jornalista investigativo norte-americano Wayne Madsen publicou um texto em sua coluna no site da Fundação da Cultura Estratégica — afirmando que a CIA, serviço de inteligência e espionagem do governo dos EUA, seria responsável pela morte do candidato à Presidência da República Eduardo Campos. Segundo o autor, o "suposto assassinato" teve motivações políticas.

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Tocantins: polícia apreende avião com R$ 500 mil e santinhos de candidato


Impressos com a foto e o número do candidato Marcelo Miranda foram apreendidos pela polícia. Quatro pessoas foram presas.

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Peritos identificam 14 novas vítimas de avião que caiu na Ucrânia em julho

Metade dos novos corpos identificados é de holandeses.

Total de identificações chega a 225; avião transportava 298 pessoas.


Peritos forenses identificaram 14 novas vítimas da queda na Ucrânia do avião da Malaysia Airlines, elevando o total de identificações a 225, anunciou nesta sexta-feira (19) o Ministério da Justiça holandês. "Dessas 14 vítimas, sete eram de nacionalidade holandesa e sete de outras nacionalidades", declarou o ministério em um comunicado.

"Os parentes das vítimas foram informados", acrescentou o ministério, indicando que as nacionalidades das vítimas não-holandesas não seriam informadas "a pedido das embaixadas dos países em causa".

O Boeing da Malaysia Airlines que fazia o trajeto entre Amsterdã e Kuala Lumpur explodiu em pleno voo em 17 de julho, aparentemente atingido por um míssil no leste da Ucrânia. A aeronave transportava 298 pessoas, incluindo 193 cidadãos holandeses.

Algumas vítimas podem nunca ser identificadas porque as buscas pelos restos humanos no local do incidente foram interrompidas devido aos combates nesta área entre o exército e os rebeldes pró-russos.

O primeiro-ministro holandês Mark Rutte indicou nesta sexta-feira que ainda era muito perigoso visitar o local da queda. A maioria dos investigadores holandeses que estavam na Ucrânia voltaram para a Holanda.

Fonte: AFP via G1 - Imagem: Reprodução

Rússia e Ocidente trocam acusações sobre acidente do MH17


A Rússia e o Ocidente trocaram acusações nesta sexta-feira sobre a investigação do acidente do voo MH17 na Ucrânia, em uma tensa sessão do Conselho de Segurança da ONU. A Holanda, que lidera esses esforços, exigiu acesso completo ao local onde estão os restos do avião.

Dois meses depois do fato, o principal órgão de decisão das Nações Unidas voltou a evidenciar sua divisão ao analisar os progressos da investigação, que segundo o relatório preliminar foi derrubado por algum tipo de projétil.

A Holanda, que perdeu 196 cidadãos, denunciou que os especialistas internacionais seguem sem ter acesso ao local do acidente devido aos problemas de segurança que são vividos na zona, apesar do próprio Conselho de Segurança exigir em uma resolução que o trabalho fosse facilitado.

"Peço a todas as partes relevantes que assegurem acesso imediato e seguro ao local", disse o ministro holandês das Relações Exteriores, Frans Timmermans, que assegurou que seu país completará a investigação "tão em breve como a situação de segurança se o permita".

A Austrália, que tinha 38 cidadãos ou residentes no avião, também expressou sua preocupação pelas dificuldades para chegar aos restos da aeronave e pelos riscos que correram os analistas deslocados à zona, dos quais culpou à Rússia.

"A situação de segurança ao redor do local e em grande parte do leste da Ucrânia se deteriorou pelo apoio russo aos grupos separatistas", disse a ministra australiana das Relações Exteriores, Julie Bishop, ao Conselho.

Os Estados Unidos e o Reino Unido, enquanto isso, insistiram que a Rússia tem responsabilidade pela instabilidade na Ucrânia e deve responder a várias perguntas sobre o caso do avião de Malaysia Airlines.

Além disso, atacaram a Rússia por, na sua opinião, questionar a credibilidade da investigação internacional e não fazer tudo o que é possível para esclarecer os fatos.

"A Rússia deixou claro que sua verdadeira intenção não é saber da investigação, mas desacreditá-la", disse a embaixadora americana perante a ONU, Samantha Power.

Já o embaixador russo, Vitaly Churkin, disse que para seu país o relatório preliminar não responde às perguntas necessárias e defende a necessidade das Nações Unidas participarem como tal na investigação para garantir verdadeiramente sua independência.

Churkin criticou que no documento holandês não se dê "nenhuma informação conclusiva" e lamentou que neste não haja referências à presença de unidades militares ucranianas na zona no momento do impacto.

O avião comercial malaio que decolou de Amsterdã em 17 de julho e se dirigia a Kuala Lumpur, transportava 283 passageiros e 15 tripulantes, estes de nacionalidade malaia.

Fonte: EFE via Info Online - Foto: EFE

Helicóptero com três pessoas cai em Represa de Furnas, no sul de Minas

Acidente aconteceu por volta de meio-dia neste sábado (20).

O piloto da aeronave sobreviveu e foi levado a hospital; um casal morreu.

Embarcações resgatam casal que estava em helicóptero que caiu no Lago de Furnas, em Fama

Um helicóptero caiu na Represa de Furnas, próximo a Fama (MG), por volta de meio-dia neste sábado (20). Segundo o cabo Carlos Teodoro, da Polícia Militar de Alfenas (MG), que está no local, três pessoas estavam na aeronave, o piloto, um sargento da PM de Fama e a mulher dele. O piloto do helicóptero foi resgatado com vida por pescadores que estavam no lago. Ele já foi levado para um hospital em Elói Mendes (MG). O casal não conseguiu sair da aeronave, que está submersa no lago. Dois mergulhadores do Corpo de Bombeiros trabalham no resgate.


A comerciante Rita Maria da Silva, que tem um bar em frente ao lago, viu o momento em que a aeronave caiu. "O helicóptero levantou voo aqui perto, saiu de costas, fez a manobra para a esquerda, e quando foi virar para a direita ele ficou 'de bico' para o lago. Quando as hélices encostaram na água, o piloto perdeu o controle e ele caiu no lago", relatou. Segundo ela, a aeronave fazia voos panorâmicos na cidade durante o fim de semana.

Fonte: G1 Sul de Minas - Fotos: Pedro Henrique Fonseca

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Conheça 10 mitos relacionados a viagens de avião

Duas companhias aéreas passaram a permitir que os passageiros usem celulares durante todo o voo. Veja outras curiosidades.


Durante anos, os passageiros que viajavam em aviões eram orientados a desligarem seus celulares, tablets e computadores durante a decolagem e o pouso. Isso porque todas as companhias aéreas diziam que tais dispositivos eletrônicos poderiam interferir no sinal de navegação da aeronave.

No entanto, nesta terça-feira, as companhias aéreas Qantas e Virgin Australia anunciaram que vão permitir o uso de equipamentos eletrônicos nos voos, assumindo que a tese sobre interferência é um mito.

O Daily Mail separou uma lista de mitos relacionados a viagens aéreas. Confira a lista e descubra 10 coisas que você precisa saber antes de viajar de avião:

1. Lixo caindo do céu? Será de um avião?


Os resíduos coletados em uma aeronave, durante um voo, permanecem no avião até o momento do pouso. Ou seja, se algo cair do céu sobre você, é mais provável que algum pássaro tenha te deixado um presente.

2. É possível ficar preso em um vaso sanitário



É extremamente difícil, mas é possível que a pressão do ar deixe um passageiro preso sentado em um vaso sanitário. No entanto, para isso acontecer, o corpo deve vedar perfeitamente qualquer passagem de ar no assento sanitário.

3. Oxigênio não deixa ninguém "loucão"



Máscaras de oxigênio servem somente para ajudar os passageiros a respirar melhor, em altitudes onde o ar é pobre em oxigênio ou no caso de acontecer algum problema no avião. O álcool presente em drinks servidos em aviões é fonte mais segura de sorrisos abobalhados que as tais máscaras.

4. Não confie na água servida durante o voo


Isso não é mito. Um estudo norte-americano garante que um em cada sete aviões não cumprem normas de segurança relacionadas à água. Muitas vezes, a água usada para a produção de café e de chá não passa por uma elevação de temperatura necessária para purificá-la de bactérias.

5. O ar em aviões é mesmo impuro?


Há quem acredite que o ar em um avião está cheio de germes, por conta do ar-condicionado. Porém, as companhias aéreas garantem que o ar respirado por passageiros dentro de um avião é mais limpo que o normal. Isso porque o sistema de limpeza de ar em uma aeronave é semelhante ao sistema de hospitais.

6. Porém, a impureza está "servida"


As bandejas de aviões são as campeãs em acumular impurezas. Segundo o Daily Mail, a incidência de sujeira nesses lugares é maior que a encontrada no metrô de Nova York.

7. O que acontece se a porta do avião for aberta?



Sim, muitos passageiros seriam arremessados no ar. No entanto, é praticamente impossível abrir a porta de um avião em grande altitude. A pressão da cabine não permite.

8. Raios não causam acidentes aéreos



Se um raio atingir um avião, nada acontece com ele. Isso porque eles são como para-raios: se alguma descarga elétrica atingi-lo, ele estará pronto para isso.

9. É mais rápido ficar bêbado no avião?


Não há nenhum estudo que comprove esse mito. De qualquer maneira, muitos já procuraram realizar o teste.

10. É proibido fumar em aviões, mas há cinzeiros


Os cinzeiros ficam nos banheiros dos aviões. Embora o fumo seja proibido durante o voo, alguém pode sucumbir à tentação no banheiro e jogar a ponta do cigarro no vaso sanitário.

Fontes: Terra / Daily Mail - Imagens: Reproduções

Da montagem ao voo de teste: veja como o Airbus A380 foi construído


O quão magnífica a construção de um colosso voador pode ser? Publicado nesta semana pelo canal Qatar Airways, o vídeo postado acima exibe algumas das etapas de montagem do fabuloso Airbus A380. No primeiro episódio da série que apresenta o avião, a forma com que as peças foram transportadas e encaixadas é, assim, rapidamente demonstrada.

Os componentes da aeronave são produzidos de forma separada e transportados por meio de gigantescos caminhões e aviões de carga (saiba mais sobre cargueiros aqui). Uma vez descarregadas junto a um galpão – cujas dimensões impressionam tanto quanto o tamanho do próprio Airbus A380 –, as peças são então devidamente encaixadas uma na outra.

O primeiro voo comercial do avião exibido pelo clipe está agendado para outubro – os passageiros da aeronave terão a chance de aproveitar as luxuosas instalações do veículo durante a trajetória entre Londres e Paris. O Airbus A380 possui oito elegantes cabines de primeira classe; cada poltrona pode se transformar em uma cama com 2,2 metros de comprimento.

Televisões em HD de 26 polegadas, produtos de higiene à disposição dos clientes e um lounge premium são algumas das comodidades que passageiros de primeira classe podem aproveitar. Deseja conferir mais detalhes quanto às instalações internas do Airbus A380? Clique sobre este link e faça um tour pelas generosas entranhas desta máquina voadora.

Fontes: Qatar Airways / Ramon Voltolini (tecmundo.com.br)

Vídeo mostra passageiros usando máscaras após problema em avião

Aeronave precisou fazer pouso de emergência em Long Beach (EUA).

Voo iria para Austin e voltou 13 minutos após a decolagem.

Passageiros usaram máscaras de oxigênio após pane no avião
Foto: Reprodução/YouTube

Conforme relatado ontem aqui no Blog Notícias sobre Aviação na matéria "Avião da JetBlue faz pouso de emergência. Ator de 'Crepúsculo' relata o drama a bordo", foram divulgados hoje mais alguns detalhes do incidente.

Um avião da JetBlue com 142 passageiros e cinco tripulantes a bordo teve problemas de motor e voltou para o aeroporto de Long Beach, na Califórnia, Estados Unidos, nesta quinta-feira (18) depois de um curto voo que terminou com passageiros evacuando em lâminas de emergência.

Passageiro filma a si próprio usando a máscara durante o voo
Foto: Reprodução/YouTube

Vídeos postados na internet mostra os passageiros usando máscaras de oxigênio durante o voo. No vídeo, o piloto anuncia que o avião sofreu uma falha no motor direito e que o motor foi 'desligado'. Ele diz passageiros a permanecer em seus assentos quando o avião retorna ao aeroporto de Long Beach.


O voo iria para Austin, no Texas, mas precisou retornar 13 minutos após a decolagem depois que o comandante deu sinal de emergência por causa de um problema em uma das turbinas. Os passageiros desceram pelas esteiras de emergência, segundo a Associated Press.

Ninguém ficou ferido. Um passageiro foi levado ao hospital para observação, segundo a companhia aérea.

Passageiros desceram pelos escorregadores de emergência
Foto: KABC-TV/AP

Fonte: G1

Moto x avião: Triumph Daytona 675R enfrenta Extra 330LX!


Duelos entre veículos diferentes sempre geram expectativas e empolgação. Só que em vez da eterna batalha entre carros e motos, desta vez o pega foi além: moto x avião. A revista HiGH, focada em aviação, promoveu um racha entre a superesportiva Triumph Daytona 675R e o avião de acrobacias Extra 330LX. O desafio aconteceu durante a Feira de Aviação EAB Air Show 2014, realizada em Maringá (PR).


A superesportiva britânica enfrenta o avião numa pista de aeroporto com 2.100 metros de comprimento. Quem você acha que sai vitorioso desse racha? Não vamos estragar a graça e dar spoilers.

Assista ao vídeo abaixo e confira o vencedor!


Fonte: Alexandre Ciszewski (carplace.virgula.uol.com.br) - Fotos: Revista High

É fã de comida de avião? Na Europa, empresas entregam a comida em sua casa

Duas companhias aéreas têm um serviço que permite entregar comida de avião em sua casa. Em Portugal já há uma ideia parecida, mas gourmet. 


Quando passam as comissárias de bordo com os carrinhos da refeição ouvem-se muitos “não”, alguns “sim” a custo e são raros os casos em que se ouve “Humm… Comida de avião, como eu gosto disto”. Aparentemente a única razão para a má fama da comida que se serve ‘nas alturas’ não é culpa apenas da comida, é culpa das alturas. A nove quilômetros de altitude, há uma dessensibilização das papilas gustativas.

Mas, pelo visto, há quem seja fã da terceira opção: “humm… Comida de avião, como eu gosto disto”. E mesmo muito fã. Há pelo menos gente suficiente para haver empresas que distribuem comida de avião também em terra como é o caso da Arlanda e a Germany’s Air Food. Com uma assinatura da empresa alemã, é possível que lhe entreguem comida de avião uma vez por semana, na sua casa. Este serviço já tem uma parceria com a LSG Sky Chefs – que fornece comida para a Lufthansa – de maneira a preparar uma refeição diferente todas as semanas.

Os membros podem fazer a encomenda no site e escolher entre duas opções, clássico ou vegetariano. Tal e qual como num avião mas, com espaço para as pernas e papilas gustativas ativas. As refeições são entregues todas as quartas-feiras e podem ser congeladas. O objetivo é que o público que costuma encomendar o jantar passe a usufruir desta opção que custa menos de 10 euros, segundo informa o site Springwise.

Em Portugal, é difícil imaginar alguém a preferir uma refeição servida, por exemplo, pela TAP a uma caseira. Mas há empresas que já começam a dar os primeiros passos em terra. Embora não se possa comparar a uma refeição de tabuleiro aquecida num avião cheio, uma empresa de catering gourmet para a aviação particular abriu um restaurante no centro de Lisboa. As refeições confeccionadas para o Grei e para a aviação são diferentes mas o espaço permite uma sinergia no uso das cozinhas e dos contatos.

Fonte: observador.pt - Foto: Getty Images

Air Lease pede cautela a Boeing e Airbus na elevação de produção de aviões comerciais


O presidente da Air Lease, uma grande empresa de leasing de aviões, pediu na quinta-feira à Boeing e à Airbus que sejam cautelosas sobre novos aumentos no ritmo de produção de aviões comerciais, dizendo que esses planos podem colocar os fornecedores em risco de colapso.

Fornecedores já estão operando em "capacidade absoluta" e sua habilidade de acompanhar o ritmo dos aumentos atualmente discutidos por Boeing e Airbus é uma "grande preocupação nossa", disse o presidente da Air Lease, John Plueger, em uma reunião do Wings Club, uma grupo de aviação, em Nova York.

A Boeing disse que está considerando aumentar o ritmo de produção de seu jato 737 para 52 por mês em 2018, ante 42 por mês atualmente. Da mesma forma, a Airbus está estudando elevar a produção de seu avião rival A320 a uma taxa de 50 por mês, em comparação com 42 atualmente.

Plueger está no negócio de fornecimento de aeronaves para companhias aéreas e, por isso, a maior oferta pode reduzir o lucro. Mas ele prevê forte demanda de passageiros, dizendo que os temores de uma "bolha de encomendas" não são confirmados por dados que mostraram um crescimento sustentável de longo prazo da demanda por jatos, apesar dos recordes de encomendas em carteira da Airbus e da Boeing para sete a oito anos.


"A maioria dos fornecedores vão ter que gastar uma boa quantidade de capital" para responder aos níveis de produção mais elevados que a Boeing e a Airbus estão considerando. Os conselhos dessas empresas "têm que estar convencidos de que essas taxas de aumento estão aqui para ficar por um longo período de tempo."

Assim, os fabricantes de aeronaves precisariam ouvir atentamente a fornecedores e "não seguir em frente com taxas mais ambiciosas de produção."

A Boeing disse que avalia constantemente o mercado para "garantir que as nossas taxas estão de acordo com a oferta e a demanda."

"Estamos confiantes em nossos planos de aumentar a taxa e na capacidade da nossa cadeia de fornecimento de crescer com a gente", disse o porta-voz Doug Alder.

Fonte: Matthew Lewis e Grant McCoo (Reuters) - Fotos: Reprodução

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Pneu furado a avião sumido: veja casos da Malaysia Airlines

Veja 10 casos que lembram por que o ano de 2014 foi tão ruim para a companhia aérea. 

Até março de 2014, o nome da companhia aérea Malaysia Airlines era sinônimo de qualidade, confiabilidade, segurança e bom serviço. No mercado desde 1946, a companhia gozava de boa reputação e cumpria, sem sobressaltos, rotas consagradas na Ásia e Europa. Aí chegou março. Mais especificamente 8 de março, quando o voo MH370, que ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Pequim, na China, desapareceu com 239 pessoas a bordo. O que já era terrível só piorou com o passar dos dias e a evidente incapacidade de as autoridades e da empresa aérea localizarem o avião, que segue desaparecido até hoje.

Era o começo de uma maré de azar sem precedentes na história da Malaysia Airlines. Pouco mais de quatro meses depois, um segundo voo da empresa, o MH17, que fazia a rota entre Amsterdã, na Holanda, e Kuala Lumpur, na Malásia, foi abatido na Ucrânia, matando mais 298 pessoas. No total, foram 537 mortes em aviões da Malaysia Airlines em 132 dias, o que dá uma média de mais de quatro mortes por dia em aparelhos da empresa no período. Como não poderia deixar de ser, as tragédias jogaram a companhia em uma crise financeira e de marca gravíssima que já custou o emprego de 6 mil pessoas.

Relembre outros casos deste ano triste não só para a tradicional companhia aérea asiática, mas principalmente para os passageiros e as famílias tocadas diretamente pelas tragédias que parecem ter escolhido um único lugar para acontecer: a Malaysia Airlines.

Voo MH370



Esta foi uma das maiores catástrofes não só da Malaysia Airlines, mas também da indústria de aviação. O voo MH370 não só caiu, como desapareceu, colocando em xeque todas as medidas de segurança de uma indústria bilionária que depende da confiança dos consumidores para funcionar. Até hoje, o sumiço da aeronave permanece um mistério, mesmo passados seis meses da tragédia.

No dia 8 de março de 2014, o voo MH370 decolou de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, na China, mas nunca chegou. E pior, ninguém sabe responder o porquê.

O Boeing 777-200R, com mais de 60 metros de comprimento e 60 metros de largura, carregava 239 pessoas, entre passageiros e tripulantes. Uma hora depois da decolagem, a uma altitude de 11 mil metros e velocidade de 872 km/h, os radares perderam contato com o avião, que nunca mais foi encontrado.

Segundo os relatórios, as mensagens transmitidas da aeronave para a torre de controle, mesmo aquelas feitas minutos antes do desaparecimento, sugerem que tudo estava normal. No último contato, um dos pilotos da aeronave disse “boa noite. Malaysia Três. Sete. Zero".

O incidente colocou em movimento uma das maiores operações de busca por terra, mar e ar da história, com o envolvimento de 26 países. No oceano, a procura por sinais enviados pelas caixas-pretas, que poderiam estar a quilômetros de profundidade, custou dezenas de milhões de dólares. E nada foi descoberto.

Sobre a tragédia houve muitas pistas falsas depois de vasculhados quase 8 milhões de quilômetros quadrados de mar - o equivalente a 11% do Oceano Índico e a 1,5% da superfície terrestre. De todas as hipóteses levantadas, a mais plausível sugere ter havido uma despressurização da cabine dos pilotos, que teriam ficado sem oxigênio e, portanto, inconscientes. Nada, porém, foi comprovado e esta teoria não explica um desvio de trajeto feito pelo avião e registrado por satélites. Chegou-se a sugerir que dois passageiros iranianos voando com passaportes falsos poderiam ter envolvimento com a queda do avião, mas a teoria foi logo descartada.

Voo MH17



No dia 17 de julho deste ano, exatos quatro meses e 10 dias depois do sumiço do MH370, o mundo voltou seus olhos, mais uma vez, para uma grande tragédia envolvendo a Malaysia Airlines. Em rota de Amsterdã, na Holanda, para Kuala Lumpur, na Malásia, um Boeing 777-200 da empresa foi abatido por pelo menos um projétil quando sobrevoava a região de Donetsk, na Ucrânia. O aparelho explodiu no ar e caiu em região pouco habitada do território ucraniano. O voo, de número MH17, carregava 298 pessoas, sendo 15 tripulantes. Todos morreram.

Segundo um relatório preliminar divulgado pela Junta de Segurança holandesa quase dois meses depois do acidente, ficou estabelecido que são fortes os indícios de que o impacto de projéteis foi responsável pelo fim abrupto do registro de dados pelas caixas-pretas, a perda simultânea de contato com o controle aéreo e o desaparecimento da aeronave dos radares.

Autoridades ucranianas e vários países ocidentais acusaram os separatistas pró-Rússia de terem derrubado o avião com um míssil fornecido por Moscou. Já a Rússia nega qualquer envolvimento no conflito e acusou o exército ucraniano pelo ataque.

O relatório confirmou também que a maioria das vítimas era formada por holandeses (193), e que os demais eram da Malásia (43), Austrália (27), Indonésia (12), Reino Unido (10), Alemanha (4), Bélgica (4), Filipinas (3), Canadá (1) e Nova Zelândia (1).

Depois do acidente, a companhia mudou a rota de alguns voos, que passaram a evitar o espaço aéreo ucraniano usando uma desvio pela Síria. Cinco dias depois da tragédia, em 22 de julho, um voo que saiu de Londres, na Inglaterra, com destino à Kuala Lumpur, na Malásia, já fez o trajeto alternativo. 

Como em outros graves acidentes, a queda do MH17 suscitou teorias bizarras que muitas vezes dizem mais sobre quem as inventa, tamanha a insensibilidade, do que sobre o acidente. Oportunistas usaram a queda da aeronave para espalhar spam nas redes sociais, por exemplo, e parentes de vítimas que tiveram de cancelar cartões de crédito depois de perceber que eles foram roubados da cena do acidente e usados provavelmente por insurgentes. O roubo de objetos pessoais, como joias e maquiagens, das vítimas em meio aos destroços também foi registrado.

Voo MH198



Um Boeing 737-800 que voava de Kuala Lumpur, na Malásia, para Hyderabad, na Índia, no dia 14 de setembro, teve de retornar para a cidade de origem depois de identificada uma falha no piloto automático. Três horas após a decolagem, o voo MH-198 pousou com segurança no aeroporto malaio de onde tinha decolado.

A companhia aérea informou que a decisão pelo retorno ao aeroporto foi tomada pela tripulação como medida de segurança. Os passageiros foram levados para hotéis enquanto o problema era resolvido. A substituição do Boeing levou cerca de 15 horas.

Voo MH70



No dia 23 de agosto, um Boeing 777-200 da companhia que partiu de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino à Tóquio, no Japão, apresentou problemas técnicos e teve de voltar para a capital malaia. Quarenta minutos depois da decolagem, os passageiros desciam do aparelho no aeroporto do qual tinham partido. Uma das testemunhas disse que o comandante justificou o retorno alegando questões de segurança.

Na Malásia, a aeronave foi substituída e os passageiros chegaram ao destino com algumas horas de atraso. Sobre este caso, a companhia aérea sequer se pronunciou, mas a Direção de Avião Civil da Malásia informou que a aeronave voltou por não conseguir estabilizar a pressão de cabine.

Voo MH136



Outro susto passado por passageiros e pela tripulação da empresa malaia aconteceu no dia 29 de julho quando um Airbus A330-300, de voo número MH136, acelerava para decolar no aeroporto da cidade Adelaide, na Austrália, com destino a Kuala Lumpur, na Malásia. Subitamente, a aeronave recebeu ordem da torre de controle para interromper o procedimento. Com 167 pessoas a bordo, o avião teve de parar às pressas ainda na pista.

A torre explicou que o incidente aconteceu depois que um Airbus da companhia Tiger Airways se aproximou de forma muito rápida para uma manobra de pouso – o pedido de interrupção da decolagem foi feito para evitar um acidente. O avião finalmente decolou 25 minutos da primeira tentativa frustrada e chegou a Kuala Lumpur com atraso de 10 minutos.

Voo MH1438



Como que parar coroar a fase ruim da companhia, um dos aviões da Malaysia Airlines foi atingido por um raio em 20 de maio deste ano. O Boeing 737-400, de voo número MH1438 e que viajava entre as cidades de Kuala Lumpur e Langkawi, ambas na Malásia, estava se preparando para pousar quando o raio caiu.

Um passageiro afirmou que o motor esquerdo teria explodido. A companhia, porém, disse que não houve nenhum dano à aeronave já que o raio teria atingido o aparelho no ar. Depois do susto, o voo MH1438 aterrisou com segurança em seu destino.

Voo MH192



“Vou me atrasar, o pneu furou”. Sabe a desculpa clássica dos atrasados que vem de carro ou de ônibus? Pois no dia 20 de abril foi exatamente isso que aconteceu, só que num avião. Da Malaysia Airlines. E não era desculpa. Com 159 passageiros e 7 tropulantes a bordo, um avião da empresa que partiria de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Bangalore, na Índia, teve um de seus pneus furado durante a manobra de decolagem. Apesar do imprevisto, os serviços de emergência relataram que a aeronave pousou normalmente e em segurança.

Percebe-se que não foram poucos os problemas da empresa nos últimos meses. Ainda que alguns pareçam pequenos, vale lembrar que, em uma ano tão ruim quanto esse, até os menores problemas ganham importância monumental. E não foram só problemas em voos ou com aviões que afligem a combalida companhia malaia. Erros de estratégia, talvez num esforço desesperado para tentar recuperar a credibilidade da empresa, também tiveram consequências negativas para a companhia. Confira:

Bucket List: “minha última lista de desejos”



O termo "bucket list" costuma ser usado para descrever uma lista de coisas que uma pessoa deseja fazer antes de morrer. Com ingenuidade comovente, a companhia aérea lançou, no dia 1º de setembro, uma campanha chamada “My Ultimate Bucket List Campaign” (ou "Minha Última Lista de Desejos", em tradução livre) na Austrália e na Nova Zelândia.

Com as tragédias dos voos MH370 e MH17 tão frescos na memória, não demorou para que milhares de pessoas acusassem a insensibilidade da Malaysia Airlines. Por causa das críticas públicas, a empresa retirou a campanha do ar e das redes sociais em menos de três dias e divulgou um pedido de desculpas que garantia que, em momento algum, o desejo era desrespeitar as vítimas e seus entes queridos. Difícil de engolir.

Denúncia de assédio por passageira



A passageira Laura Bush (não é a mulher de George W. Bush) se viu em um momento complicado depois de sofrer assédio de um comissário de bordo durante um voo da Malaysia Airlines que fazia a rota entre Kuala Lumpur, na Malásia, e Paris, na França, no dia 4 de agosto. A mulher contou à TV australiana que o comissário de bordo Mohammed Rosli Bin Ab Karim teria colocado as mãos debaixo de sua calcinha enquanto ela tentava dormir.

O assédio teria acontecido em um momento de fragilidade da passageira, que revelou a Karim que estava com medo de viajar pela Malaysia Airlines depois das quedas dos voos MH370 e MH17. O comissário então teria se oferecido para acalmá-la, mas acabou por atacá-la durante a viagem.

Após fazer uma reclamação a outros membros da tripulação, Bush foi transferida para a primeira classe. O funcionário da companhia aérea foi detido logo que o avião aterrissou na França. O caso está sendo investigado.

Demissões de 6 mil pessoas



Quase 200 tripulantes da Malaysia Airlines pediram demissão nos primeiros sete meses de 2014, período durante o qual a companhia esteve envolvida com as repercussões dos acidentes dos voos MH370 e MH17, que resultaram na morte de 537 pessoas. Segundo a própria empresa, 186 funcionários revelaram que pediram demissão por causa da má fase da companhia. Alguns disseram que sofreram pressão de familiares para largar o emprego. Além dos pedidos de demissão, a empresa anunciou, no começo do segundo semestre, que ia demitir cerca de 6 mil funcionários - um corte de 20% de toda sua mão-de-obra.


Fonte: Ana Lis Soares (Terra) - Imagens: Reprodução

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Avião da JetBlue faz pouso de emergência. Ator de 'Crepúsculo' relata o drama a bordo


O voo 1416 da JetBlue transportando 147 pessoas, incluindo o ator Jackson Rathbone, de "Crepúsculo", realizou com segurança um pouso de emergência no aeroporto de Long Beach na quinta (18) de manhã depois de reportar um problema no motor.

O Airbus A320-232, prefixo N656JB, da JetBlue Airways, que transportava 147 passageiros e tripulantes, estava indo para Austin, no Texas, a partir de Long Beach, quando o piloto teve de voltar logo após a partida devido a um problema com o motor n º 2. Funcionários do aeroporto disseram que quatro pessoas sofreram ferimentos leves; três foram tratados no local e um foi transportado para um hospital local.

Rathbone (foto ao lado), conhecido por seu papel como "Jasper Hale", na franquia de filmes "Twilight", descreveu o calvário nas redes sociais, dizendo que o "motor direito explodiu" e a fumaça encheu a cabine. Funcionários do aeroporto esclareceram que o motor superaqueceu, mas não houve explosão.

"As máscaras de oxigênio não foram baixadas, mas as aeromoças - nervosas - manualmente as implantaram. "Foi duro, o avião estava balançando", escreveu Rathbone em mídia social. "Eu recitei uma oração ao Senhor enquanto segurava o meu filho e minha esposa em meus braços. O piloto entrou no PA e deixou-nos saber que perdemos o motor direito. Disseram para nos prepararmos para um pouso brusco. Guiados por nosso piloto, e eu acredito que por nossos anjos da guarda, o avião pousou em segurança".

Rathbone disse que os escorregas insufláveis ​​foram mobilizados e todos evacuaram o avião com segurança, deixando para trás todos os seus pertences pessoais.

"Eu peguei meu filho e pulei a rampa inflada. Minha esposa foi a seguinte", disse Rathbone. "Nós estamos seguros. Estou grato."


Fontes: ABC7 / ASN - Imagens: Reprodução

Avião “mais estranho” do mundo completa 20 anos

O A300-600ST, ou Beluga, exerce papel vital para a Airbus

Aeronave de aparência única no mundo, considerada por muitos a mais estranha do planeta, o A300-600ST, mais conhecido como Beluga, está completando 20 anos de seu primeiro voo. O modelo é operado somente pela Airbus e soma cinco unidades.

Tão interessante quanto o formato é o papel desempenhado pelo Beluga: ele transporta peças de diferentes pontos de produção na Europa para a linha final de montagem da Airbus, nas bases de Toulouse e Hamburgo. Carrega elementos como asas, caudas e itens da fuselagem. A função é vital para manter a rede de montagem da empresa funcionado a plena capacidade. O Beluga possui 56 metros de comprimento, 17 de altura, pesa (carregado) 155 toneladas e realiza cerca de 60 voos semanais na Europa.

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Cenipa alerta para risco de acidentes com aves no aeroporto de Belém (PA)

Em 2013, Cenipa registrou 48 colisões envolvendo aves e aeronaves apenas no aeroporto internacional de Belém.


Em um evento realizado em Belém na última quarta-feira (17), o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) alertou para o grande número de acidentes ocorridos no principal aeroporto do Pará envolvendo aviões e aves. Segundo o órgão, somente em 2013 foram registradas 1.739 colisões desse tipo no país, sendo 48 delas ocorridas no aeroporto internacional de Belém.

De acordo com o Cenipa, dependendo do ponto de colisão com a aeronave, mesmo o impacto de um animal pequeno pode provocar sérios danos ao avião e ainda acidentes com vítimas. "Os aviões são construídos para resistir a impactos, não a múltiplos impactos com aves grandes, mas têm critérios para resistir a essas colisões", explicou o tenente-coronel aviador Henrique Balta de Oliveira, assessor de Risco da Fauna do Centro.

Em agosto deste ano, um avião comercial que transportava o cantor Saulo Fernandes e músicos da cantora Ivete Sangalo para um show em Belém colidiu com um pássaro. A turbina da aeronave precisou passar por manutenção no aeroporto da capital paraense.

O especialista disse que é importante monitorar que tipos de atividades estejam atraindo aves na área de 20 quilômetros em torno das pistas de aeródromos, a chamada Área de Segurança Aeroportuária (ASA).

"A gente tem uma cultura de não tratamento adequado do lixo, o que acaba causando um acúmulo desses animais que é visível. Tem que ter um entendimento de todas as áreas do poder público que isso tem que ser coibido e mantido sob vigilância permanente", reforçou Leandro Aranha, superintendente substituto do Ibama em Belém.

Fonte: CBN Foz - Foto: Oswaldo Forte/Amazônia Jornal

Copiloto perde controle de avião por se distrair em tablet


Um Boeing 777 e seu cockpit

O piloto estava dormindo durante viagem entre Mumbai e Bruxelas. Uma aeronave da companhia Jet Airways que transportava 280 pessoas entre Mumbai, Índia, e Bruxelas, na Bélgica, desceu mais de 1.524 metros no espaço aéreo da Turquia, após a copiloto, supostamente, ter se distraído com um tablet e não perceber que havia perdido o controle do avião. O piloto estava dormindo quando o incidente aconteceu. As informações são do Daily Mail.

O fato ocorreu em agosto e está sendo investigado pela Diretoria Geral da Aviação Civil da Índia (DGCA). Segundo os responsáveis pela averiguação, o Boeing 777-300 saiu de sua rota permitida, gerando um alerta nos radares da Turquia, pois estavam a uma altura onde também circulava outra aeronave comercial. “Este parece ser um caso sério de negligência da parte do copiloto”, disse um dos responsáveis pela investigação.

Ao perceber a presença estranha da aeronave, o controle de tráfico aéreo em Ankara enviou um pedido para que o Boeing subisse a 32 mil pés. Após a mensagem, a mulher acordou o piloto e alertou sobre o incidente.

Quando pousaram em seu destino, porém, a tripulação não relatou o problema para a DGCA. Os oficiais só ficaram sabendo por uma denúncia anônima, dizendo que a descida havia sido sem controle.

A investigação busca saber se o piloto estava dormindo em um momento permitido, além de outros detalhes que possam explicar o que realmente aconteceu.


Fonte: Terra - Fotos: Reprodução/Alamy